Bio

Carioca criado em Alagoas, Caê Mancini é compositor e instrumentista autodidata. Depois de ter passado por algumas bandas do cenário alternativo alagoano e carioca, em meados de 2009 o artista começou a desenvolver suas composições próprias, culminando na produção de dois EP’s intitulados de “Lado A” e “Lado B”, lançados em 2014. A música de Caê Mancini estabelece um diálogo de ritmos tipicamente brasileiros com o mundo. Atualmente o lirismo e poética do compositor se baseiam em jogos de palavras que brincam com uma rítmica influenciada pelo Repente e Embolada. Essa combinação estética resultou em um som dançante que personifica o constante movimento de Caê observado em seu último trabalho “Folguedo Caldeado” (2015). Agora Caê se debruça sobre seu novo trabalho lançado, o terceiro disco autoral intitulado "Balanço de Rede".

Breve Histórico
Caê já se apresentou abrindo show de diversos artistas relevantes para o cenário nacional e internacional como: The Wailers, Groundation, The Gladiators, Katchafire, Wado, Selton, Dingobels, Natiruts, Ponto de Equilibrio, Planta e Raíz, entre outros. Participou com sua banda “Pedro Henrique e Os Conformes” do Festival da Música Alagoana em 2013, ganhando o prêmio de melhor música, dividindo o palco do festival com nomes como Mestre Zeza do Coco, Cháu do Pife e Nelson da Rabeca. Foi indicado pelo Faro MPB como um dos artistas para se ficar de olho em 2017, juntamente com nomes como Liniker, Pedro Baby, Thais Alvarenga. Artista destaque de novembro no programa Faro MPB, teve sua música “Saia Longa” executada na rádio MPB FM (RJ) e Educativa FM (AL). Figurou no Livro Graciliano Arte de Alagoas, um encadernado sobre a Arte e Cultura alagoana dentre os nomes mais relevantes para a cultura do Estado nos últimos 3 anos.

Texto publicado no Caderno B do Jornal Gazeta de Alagoas:

Por Jorge Barboza (Jornalista Urupema, Jornalismo e Comunicação Ltda.) para Alagoas Boreal em 01 de dezembro de 2015:

"Com um trabalho musical consistente e amadurecido, fruto de pesquisa e vivência esperta, o cantor, compositor e instrumentista Caê Mancini lança uma joia de música inventiva, rítmica, com letras inteligentes e sinceras, já disponibilizada na internet. Ele diz que não é artista nem músico (oras...), mas sim compositor. "Acho que seria meio prepotente da minha parte - gosto de falar que sou compositor ou alguém que tem ideias boas."
 

Isso ele tem mesmo - ideias boas. Num projeto anterior, de 2014, os EPS "Lado A" e "Lado B", tocava todos os instrumentos. No "Folguedo caldeado" (2015) é que faz somente os vocais. "Eu tinha gravado todos os intrumentos e arranjado tudo, e isso meio que me exauriu", afirma. Para além dos versos inteligentes, nesse novo EP há aquela sacação de suingue também presente nesse dois discos do ano passado. Mas aqui é mais ritmo ainda, algo que flui de cada uma das faixas. E observe: não é nada forçado em busca de uma brecha no mercado. Bem, o mercado provavelmente está aberto a essa obra prima rítmica, de letra amorosa e celebradora (à cultura, à música e à guitarrada, às comidinhas do Estado paraense), que é "Pato no Tucupi".
 

A despeito do esforço de pesquisa e da cozinha que resulta em letras divertidas cheias de trocadilhos e rimas sincopadas (o ritmo forte, refrãos acertados), a coisa toda sai espontânea verdadeira. O que é mais do que uma qualidade, deixando sobressair a independência do artista, que, sim, é um belo cantor.
Carioca de nascimento, com a experiência alagoana da infância e, na juventude, do curso de Meteorologia na Ufal, Mancini atualmente mora no interior de São Paulo. É um jovem músico, ainda - 29 anos. Diz que buscou uma sonoridade nordestina para o disco. Sem dúvida, ele conseguiu. Conseguiu, também, trazer propostas sonoras que escapam à mesmice chorosa de boa parte dos ícones modernos da música que se perpetra no país.".

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